Observatório do audiovisual potiguar

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Boi de prata

CPB/ROE: SEM REGISTRO
Diretor: Carlos Augusto Ribeiro Jr
Formato: LONGA
Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A.; Cine TV Áudio Visual
Exibido no e participou do
Duração: 90′    Ano: 1972
Sinopse: “Em Caicó, Rio Grande do Norte, Elói Dantas, o rico herdeiro de um fazendeiro, volta da Europa para ampliar os negócios do pai. Vem com a mulher Beatriz, sempre bêbada e louca para voltar para Londres. Associado a grupos estrangeiros, Elói quer explorar ouro e xelita (sic) e para isso tenta se apropriar do pequeno sítio de Antônio Vaqueiro, rico nos minerais. Antônio, que já não tem nada (até seu último boi morreu de fome), recorre a Maria dos Remédios, uma curandeira cigana, e a Tião Poeta, fazedor de versos e sonhador, para ajudarem-no a salvar o pedaço de terra que lhe resta. Ela transmite seus conhecimentos sagrados a Tião para que ele, armado com o sonho e a magia popular, enfrente a crueldade do fazendeiro. Em suas fantasias audiovisuais, o poeta sonha com o boi de prata, um boi brilhante e misterioso, símbolo da libertação do povo. Elói Dantas contrata um grupo de jagunços armados para invadir a terra de Antônio. Este, junto com Tião, construiu um muro de pedras, sua música arma de defesa contra os invasores, que logo o destroem com dinamite. Matam Antônio e torturam Tião. Mais tarde, num churrasco em uma fazenda vizinha. Elói Dantas, vitorioso, e Beatriz, já completamente bêbada, assistem a uma apresentação de bumba-meu-boi. Elói toureia o boi que o derruba. Dele sai, com uma faca, o poeta Tião, matando-o. Todos fogem, encontrando no caminho o boi de prata que passam a seguir.” (Resumo da cópia)
 
 
Ficha técnica
Som

Som direto: Tavares, Agnaldo
Mixagem: Melo, Roberto; Barros, Marly
Efeitos especiais de som: Lôro

Dados adicionais de som
Técnico de dublagem: Costa, Onelio Motta

 

Direção
Direção: Ribeiro Jr., Carlos Augusto
Assistência de direção: Guimarães, Álvaro
Continuidade: Barreto, Fátima

Direção de arte

Figurinos: Richter, Mario
Cenografia: Guimarães, Álvaro; Lúcio, Jaime; Costa, Alice Penna e; Pereira, Iva

Dados adicionais de direção de arte
Assistencia de cenografia: Fernandes, Marcelo
Contra-regra/acessórios de cenografia: Pereira, Iva
Maquiagem: Nena, Amaro Limas
Assistência de maquiagem: Moraes, Luciano
Desenho de figurino: Bulier, José
Adereços: Albuquerque, Núbia

Fotografia
Direção de fotografia: Carvalho, Walter
Assistência de fotografia: Silva, Caio
Câmera: Carvalho, Walter
Fotografia de cena: Pereira Filho, Nelson

Dados adicionais de fotografia

Fotografia da 2. unidade: Cavalcanti, Pery
Eletricista: Paquetá
Maquinista: Luna, Sebastião de

Argumento/roteiro Argumento: Ribeiro Jr., Carlos Augusto Roteiro: Ribeiro Jr., Carlos Augusto Diálogos: Barreto, Fátima

Montagem
Montagem: Dadá, Severino
Edição: Dadá, Severino
Assistente de montagem: Queiróz, Jussara

Música
Arranjos musicais: Mirabô
Música: Maranhão, Salgado
Música original: Mirabô
Trilha musical: Mirabó

Dados adicionais de música
Instrumentista: Mirabô – violão; Américo, Zé – viola, flauta, viola de dez cordas, piano, moog, sintetizador e Lôro – percussão.;

Instrumentista: Bedaque, Elber (tablas e bateria);

Instrumentista: Arlindo (Pepiu) (baixo, viola, banjo)

Orquestra: Florentino, Ronaldo (rabeca, ruminante)

Locação: Caicó – NE
Identidades/elenco:
[dublado(a) por Costa, Onélio Motta]
Bezerra, Florisnaldo (Dudu, capanga)
Abreu, Aurino (Tio cego)
Lúcio, Jaime (Cigano Belizário)
Albuquerque, Núbia (Cigana Semiramis)
Amaro (Cigano)
Moraes, Luciano (Cigano)
Fernandes, Marcelo (Cigano)
Gaspar, João (Cigano)
Luna, Sebastião de (Cigano e cangaceiro Galego Satanás)
Serli (Mulher onça)
Ilike (Ciganinha)
Gouvea, Simone (Garota dormindo)
Lira, Paulo (Pianista)
Tavares, Agnaldo (Cigano e cangaceiro Cravo-doce)
Richter, Mário (Cigano Max e cangaceiro Concria)
Abreu, Ari
Lima, José (Dono da fazenda)
Cherques, Sanin (Engenheiro)
Paquetá (Anfitrião)
Grupo Boi Calemba de São Gonçalo do Amarante (Mestre Pedro Guajiru)
Cigana Salomé
Cabocla Jurema
Povo da Cidade de Caicó

Apresentando:
Queirogo, Lenicio (Tião Poeta e Padre Rolim)
Guimarães, Álvaro (Eloi Santos)
Marinho, José (Antônio)
Barreto, Fátima(Beatriz)

Participação especial:
Maranhão, Luiza(Maria dos Remédios)“Em Caicó, Rio Grande do Norte, Elói Dantas, o rico herdeiro de um fazendeiro, volta da Europa para ampliar os negócios do pai. Vem com a mulher Beatriz, sempre bêbada e louca para voltar para Londres. Associado a grupos estrangeiros, Elói quer explorar ouro e xelita (sic) e para isso tenta se apropriar do pequeno sítio de Antônio Vaqueiro, rico nos minerais. Antônio, que já não tem nada (até seu último boi morreu de fome), recorre a Maria dos Remédios, uma curandeira cigana, e a Tião Poeta, fazedor de versos e sonhador, para ajudarem-no a salvar o pedaço de terra que lhe resta. Ela transmite seus conhecimentos sagrados a Tião para que ele, armado com o sonho e a magia popular, enfrente a crueldade do fazendeiro. Em suas fantasias audiovisuais, o poeta sonha com o boi de prata, um boi brilhante e misterioso, símbolo da libertação do povo. Elói Dantas contrata um grupo de jagunços armados para invadir a terra de Antônio. Este, junto com Tião, construiu um muro de pedras, sua música arma de defesa contra os invasores, que logo o destroem com dinamite. Matam Antônio e torturam Tião. Mais tarde, num churrasco em uma fazenda vizinha. Elói Dantas, vitorioso, e Beatriz, já completamente bêbada, assistem a uma apresentação de bumba-meu-boi. Elói toureia o boi que o derruba. Dele sai, com uma faca, o poeta Tião, matando-o. Todos fogem, encontrando no caminho o boi de prata que passam a seguir.” (Resumo da cópia)